Creative Commons

O Creative Commons é mais do que um simples modelo de licenciamento de criações intelectuais. Ele é, na verdade, uma entidade sem fins lucrativos criada para garantir mais flexibilidade na utilização de obras protegidas por direitos autorais.
Com o objetivo de “desengessar” a utilização, execução e distribuição de trabalhos é que Lessig idealizou a organização. Em 2001, nos Estados Unidos, o Creative Commons teve a sua primeira formalização de licenças.
As licenças do Creative Commons se aplicam àqueles autores de qualquer obra intelectual interessados em compartilhar o seu conteúdo e permitir que ele seja livremente utilizado em outras obras ou remixes, por exemplo. Assim, sejam livros, artigos para alguma publicação online, blogs, músicas, vídeos, fotografias, trabalhos científicos ou obras arquitetônicas —para ficar nos mais utilizados—, é importante que o autor saiba que a idéia do CC é exatamente a de permitir o melhor aproveitamento de seu material por terceiros.

Rômulo Souza

design gráficos muito interessantes

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 fonte: http://abduzeedo.com/inspiration-evoke

Começa a guerra dos mininotebooks

Até outro dia, laptops minúsculos eram os típicos novos brinquedos tecnológicos, que todo mundo via com fascínio, queria mexer, mas poucas vezes encarava o preço caríssimo. Isso até outro dia. A miniaturização dos notebooks é a nova aposta dos fabricantes, que conseguiram deixá-los mais acessíveis. No Brasil, o mercado foi “oficialmente” inaugurado na semana passada.

A Positivo apresentou seu mininotebook e se lançou à concorrência com o também “mini” Eee PC, da taiwanesa Asus. A linha Mobo, nome que a empresa curitibana deu aos pequenos computadores, foi desenvolvida a partir do Classmate PC, um laptop educacional feito para crianças em parceria com a Intel. É, na verdade, a versão adulta do mininotebook.

Os dois modelos têm tela de apenas 7 polegadas (o mesmo tamanho que equipa um aparelho de DVD portátil, por exemplo) e cerca de 1 kg. Cabem facilmente em bolsas e mochilas. Ambos pretendem ser o segundo computador do usuário, já que as configurações (veja as fichas técnicas ao lado) são bem inferiores às de PCs e laptops maiores ou também pequenos mas bem mais caros.

Se perdem em desempenho, ganham em praticidade. A intenção é justamente essa: fisgar pessoas que gostariam de se conectar fora de casa ou digitar textos com rapidez, mas que não se satisfazem com as telas e os teclados pequenos de celulares. O lançamento de novos mininotebooks, portanto, inaugura ainda outra disputa: smartphones versus notebooks. Mas isso é tema para outra reportagem.

E o preço da brincadeira? A Positivo se gaba de vender o primeiro laptop do País a menos de R$ 1 mil (o Mobo sai por R$ 999). Mas, após o lançamento, na quarta-feira passada, já havia lojas na internet vendendo o Eee PC pelos mesmos R$ 999, R$ 100 a menos que o preço de lançamento, R$ 1,1 mil, de outubro do ano passado. Enfim, a briga começou.

Análise

À primeira vista, o Mobo parece o computador ideal para o que se propõe, principalmente por um elemento que o diferencia do Eee PC: o Windows. Ele vem com a versão XP Home instalada, muito familiar para a maioria dos usuários brasileiros. O mininotebook da Asus tem uma adaptação do Linux, a Xandros, que – apesar da boa usabilidade e interface – pode assustar os não-iniciados.

Um dos problemas do Mobo, paradoxalmente, é justamente o Windows. Ele “come” metade do pequeno espaço de armazenamento de dados. Não há disco rígido (HD), mas uma memória flash de só 2 gigabytes (é como se o HD fosse um pen-drive interno). Com o Windows instalado, sobram pouco mais de 900 megabytes para salvar arquivos. Para se ter idéia, é quase a mesma capacidade de um CD comum. Muito pouco.

O problema pode ser solucionado com um disco rígido externo, um pen-drive, cartões de memória (o micro tem entrada para aqueles cartões de câmera digital) ou colocando os arquivos online, como no Google Docs ou serviços de fotos como o Flickr. Só não dá para instalar muitos programas – fator limitador para usuários que buscam mais do que a navegação básica.

Navegar, aliás, é confortável com o Mobo, apesar de tudo parecer achatado (o Eee PC aproveita melhor o formato widescreen da tela). Mas prefira comandar o browser com o teclado ao invés de utilizar o touchpad (aquele quadradinho sensível ao toque que substitui o mouse). Além de muito pequeno, é fraca a sensibilidade da barrinha lateral que faz a tela subir e descer. As setinhas do teclado não falham e é rápido se acostumar com o tamanho diminuto das teclas. Pessoas com mãos grandes podem se arriscar a digitar com uma mão enquanto a outra segura o laptop.

Apesar das configurações simples, o Mobo consegue trabalhar com várias janelas abertas sem lentidão. Já vêm instalados o BrOffice (a alternativa “free” brasileira ao Word e Excel, da Microsoft) e o Adobe Reader, para ler arquivos PDF. Só falhou no teste do Link a exibição de vídeos em tela cheia. Clipes do YouTube, por exemplo, ficaram sobrepostos e ininteligíveis. O problema foi descoberto no protótipo enviado para teste. Esperamos que a Positivo corrija a falha antes de o Mobo chegar às lojas.

Falando em vídeo, uma boa surpresa do mininotebook é a webcam embutida. Ao contrário do Eee PC (veja em http://tinyurl.com/6fpoyy), capta imagens com 1,3 megapixels. Dependendo da conexão, dá para transmitir vídeos pela internet com qualidade e até tirar fotos (mas, claro, é superincômodo usar o micro como câmera).

O mininotebook também se conecta com monitores maiores e mouses USB, caso o usuário queira trabalhar com mais conforto, embora não seja muito útil.

O Mobo deve chegar às lojas em duas semanas. No mesmo período, a Asus planeja lançar a versão melhorada do Eee PC no Brasil, o Eee-900. A tela tem 8,9 polegadas, o desempenho é melhor e a memória interna cresce para 12 ou 20 gigabytes. O preço também crescerá: R$ 1.590.

Nos EUA, a HP também já entrou no mercado dos mininotebooks, com o modelo HP 2133 Mini-Note PC. O micrinho também tem tela de 8,9 polegadas, duas configurações e custa US$ 499 (cerca de R$ 850). A empresa quer trazer o produto para o Brasil ainda neste ano, mas não há data nem preço definidos.

Se você já tem um computador, fica muito fora de casa, detesta digitar no telefone e tem R$ 1 mil disponível, preste atenção na nova fase da mobilidade. Se não tem tudo isso, bem, os mininotebooks não são para você.

fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/12052008/25/tecnologia-come-guerra-dos-mininotebooks.html

desing trabalhados no coreldraw

Nave feita no CorelDraw